Tudo muda o tempo todo

mudanças

Neuróticaaaas, hoje eu acordei reflexiva, um simples pão no café da manhã me fez pensar porque somos tão resistentes a mudanças se as coisas estão em constantes transformações.
Talvez a resistência esteja em desconstruir uma ideia que se demorou tanto para construir. Ou deixa um lugar no qual se formou raízes. Ou terminar um relacionamento que você acreditou com todas as forças que seria pra sempre. Mas para as três coisas há respostas, muitas vezes até cantadas por ídolos.

Sobre desconstrução, já dizia Raul Seixas, “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. Já imaginou como seria a vida, se você não tivesse mais nada a aprender? E aquela tal de evolução, como seria? Aprendi na marra a me abrir para novas ideias e acima de tudo entender que certo e errado é apenas uma questão de opinião.
Sobre ir embora “Nós temos pés e não raízes”, não sei quem falou isso, mas alguém falou. Eu sempre tive uma dificuldadezinha em permanecer em um único lugar por muito tempo, gosto de ir embora, sofro com todas as forças quando vou, mas gosta da sensação de recomeçar. O importante é formar laços, é saber que você sempre vai poder voltar e que pessoas amadas vão sempre te receber. Além do mais, estradas são feitas pra isso não é mesmo?
E sobre fim de relacionamentos, “O pra sempre, sempre acaba”, salve Cassia Eller. O primeiro entendimento sobre isso é, bem provavelmente esse relacionamento já foi ótimo, mas se está chegando ao fim, é porque já não é tão bom mais assim. Segundo, não podemos perder algo que não é nosso e outro ser humano nunca é nosso. Terceiro, dá pra manter lembranças maravilhosas e isso jamais serão tiradas de você, mas insistir em dar continuidade em algo acabado e pedir pra destruir todas as coisas boas que ficaram. E por último e o mais importante é, a vida taí e ela grita seu nome o tempo todo e novas experiências são sempre bem-vindas e que um pé na bunda serve como impulso para seguir a vida.
Pra lembrar que tudo muda, que isso é maravilho e como podemos ser melhores com as experiências, eu tatuei a algum tempo a frase “Viver pra ser melhor também é um jeito de levar a vida” com o símbolo de uma ampulheta e uma coroa, pra não esquecer que o tempo é rei. Representação de uma de minhas músicas preferidas, “Senhor do tempo” de Charlie Brown Jr.
Mas e o pão? Na verdade eu só tinha pensando como o pão com nata (sim eu como pão com aquela nata bem gorda de leite de roça) já não era tão gostoso mais como quando eu era novinha. Então eu pensei, “o que mudou nessa situação? Eu, o pão, a Nata ou nós três?”.

Enquanto aguarda o próximo post, inspire, respire, não pire e reflita sobre as mundanças que aconteceram na sua vida.

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